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Nome Completo:
Duarte Nuno Pereira Gomes
Data de Nascimento:
16/01/1973 (35 anos)
Profissão:
Bancário
Associação:
A F Lisboa
Árbitro desde:
1991/1992
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Nome Completo:
Duarte Nuno Pereira Gomes
Data de Nascimento:
16/01/1973 (35 anos)
Profissão:
Bancário
Associação:
A F Lisboa
Árbitro desde:
1991/1992
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João pedro Pais deu uma entrevista há dias no Record,a qual publicámos aqui no nosso blog(vêr mais abaixo).
Sem papas na lingua,JPP falou do nosso Belenenses e daquilo que pensa...Fazemos das palavras dele as nossas.
Estádio do Restelo,Lisboa 7500 espectadores.
Golo apontado por Vinicius Pacheco aos 14 minutos de jogo.
Declarações do treinador do Belenenses Jaime Pacheco:
«Demonstrámos muita competência no jogo de hoje. O mais importante era ganhar. Foi uma vitória muito sofrida, às vezes abdicámos até da qualidade de jogo, mas aos poucos a equipa irá melhorar. Fomos muito trabalhadores, tapámos todos os caminhos para a nossa baliza, queríamos marcar primeiro, conseguimos isso, portanto valeu o espírito de sacrifício. Quando sentimos o forte de apoio dos adeptos, como aconteceu hoje, conseguimos fazer das fraquezas forças. Nestes momentos, é quando mais precisamos do calor humano. É bom ver tanta gente no Restelo, como aconteceu hoje.»
Ficou uma grande penalidade por marcar,por falta sobre Vinicius Pacheco,Pedro Henriques o árbitro que já nos roubou 3 penalties contra os lampiões foi o elemento mais fraco em campo.
Próximo jogo:Setubal,proibido faltar!!
Record – O que podemos esperar
de “A Palma e a Mão”?
João Pedro Pais – Tudo de novo: um novo produtor [Mário
Barreiros], músicos convidados como não tinha tido, Jorge Palma, Zé
Pedro dos Xutos & Pontapés, uma letra de Pedro Abrunhosa e uma
música com base no livro “Cal” de José Luís Peixoto.
Este disco tem um carácter autobiográfico.
R – E porquê a homenagem a Jorge Palma?
JPP – Ele merece por todo o seu passado, como homem e músico.
É um génio!
R – Praticou luta greco-romana durante 15 anos. Como é a sua
actual ligação com o desporto?
JPP – Treino-me no Estádio Nacional todos os dias: corro e
faço as escadas em velocidade. Vou ainda ao ginásio. O desporto não
me saturou, pois saí a tempo da alta competição. A luta
greco-romana foi uma grande escola, onde aprendi a respeitar os
mais fracos e que ninguém deve ser subestimado. É a minha maneira
de estar na música.
R – No futebol, o seu coração é do Belenenses. Esta época não
está a correr muito bem...
JPP – Às vezes sinto-me magoado. Os jogadores têm de pôr na
cabeça que é o Belém que lhes paga, devem dar o litro e não sair
mesmo que apareça um clube grande. Não há amor à camisola. Tenho um
enorme respeito por Silas e Zé Pedro, dois carismáticos. Mas, de
resto... Já não há mística.
R – O que mudava então no clube?
JPP – Se mandasse no Belenenses, não tinha deixado sair o
Jorge Jesus. Contratava ainda Tomaz Morais [seleccionador nacional
de râguebi] para preparador físico e mentor emocional. Já lhes
disse isso. No tempo de Cabral Ferreira havia mais verdade. Era um
homem fantástico, nem parecia que era do futebol.
R – Que música da sua discografia gostava de dedicar ao
Belenenses?
JPP – Nunca vou compor para o futebol. A música tem outras
sensibilidades que o futebol não tem. Mas dedicava “Palco de
Feras”, uma música com raça. O Belenenses é carismático, mas
falta-lhe união, força, garra.
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